Pogrom de Lisboa de 1506 e o romance histórico de Richard Zimler

por LMn

O Massacre de Lisboa de 1506 e o livro  “O Último Cabalista de Lisboa” de Richard Zimler

Traduzido para húngaro – Az Utolsó Lisszaboni Kabbalista)

Massacre de Lisboa em abril de 1506, também conhecido como Pogrom de Lisboa ou Matança da Páscoa de 1506, é um dos episódios mais dramáticos da história da capital portuguesa, durante o qual uma multidão perseguiu, torturou e matou milhares de judeus (mais de 4mil, segundo o relato contemporâneo de Garcia de Resende), acusados de serem a causa de uma seca, fome e peste que assolavam o país. Isto sucedeu antes do início da Inquisição e nove anos depois da conversão forçada dos judeus em Portugal, em 1497, durante o reinado de D. Manuel I.

Sinopse do livro de Richard Zimler:

 

Em abril de 1506, durante as celebrações da Páscoa, cerca de dois mil cristãos-novos foram mortos num pogrom em Lisboa e os seus corpos queimados no Rossio. Reinava então D. Manuel, o Venturoso, e os frades incitavam o povo à matança, acusando os cristãos-novos de serem a causa da fome e da peste que flagelavam a cidade.

 

Berequias, sobrinho e discípulo de Abraão Zarco – iluminador e membro respeitado da célebre escola cabalística de Lisboa -, vai encontrar o tio e uma jovem desconhecida mortos na cave que servia de templo secreto desde que a sinagoga fora encerrada pelos cristãos-velhos. Um valioso manuscrito iluminado também desapareceu do seu esconderijo. Estarão os dois incidentes relacionados? Terá sido um cristão ou um judeu, como os indícios fazem crer, a assassinar o tio? Quem será a rapariga morta?

 

Publicado originalmente em Portugal, O Último Cabalista de Lisboa é um extraordinário romance histórico, que catapultou o seu autor para um sucesso internacional, tendo sido publicado por toda a Europa, nos Estados Unidos e Brasil, onde depressa se tornou um bestseller.

 

Richard Zimler https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Zimler

 

Foto: Monumento à memória do massacre de judeus em Lisboa em 1506 (em frente à Igreja de S. Domingos).

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