Redução de impostos face ao PIB na Hungria, é a segunda maior no ranking da OCDE

por LMn

A OCDE reconheceu que a redução da carga fiscal na Hungria face ao PIB foi a segunda maior, disse o ministro das Finanças, Mihály Varga, ao MTI na sexta-feira.

Varga referiu, que o estudo das Reformas da Política Tributária 2020 da OCDE, publicado na quinta-feira, mostra que a proporção de impostos em relação ao PIB da Hungria caiu 1,6 pontos percentuais em 2018, em comparação com 2017.

No estudo que abrangeu 40 países, incluindo membros da OCDE, o declínio foi o segundo maior depois dos Estados Unidos, onde a proporção caiu 2,5 pontos percentuais. A terceira maior queda, de 1,4 pontos percentuais, foi observada em Israel.

Varga disse que o governo da Hungria reduziu continuamente a carga tributária sobre o trabalho, empresas e famílias desde que assumiu o poder em 2010. Contrapondo os cortes nos impostos, o emprego aumentou, a economia cresceu e os salários aumentaram, acrescentou.

A proporção dos impostos sobre o PIB na Hungria, caiu de 39,5% em 2008, para 36,6% em 2018, uma queda de 2,9 pontos percentuais, a segunda maior queda no ranking da OCDE depois da Irlanda.

Varga destacou que, dos 39 países classificados na comparação imposto-PIB para um período de 10 anos, as proporções aumentaram em 28 países, incluindo França, Grécia, Portugal e Eslováquia.

O estudo da OCDE refere ainda a redução das contribuições para a segurança social dos empregadores na Hungria, de 22 por cento em 2017 para 19,5 por cento em 2018. Verificaram-se também reduções ao nível do IRC das empresas e taxa de IVA em produtos selecionados.

Varga disse que o governo também irá dar continuidade à política de redução de impostos durante o corrente ano, isentando mães de quatro ou mais filhos do IRS e nas contribuições dos reformados que optem por retornar ao mercado de trabalho. A taxa de IVA aplicada às pequenas empresas (Small Business Tax) passará de 13 para 12 %.

O Ministro das Finanças, acrescentou que o governo disponibilizou mais de 278 milhões de euros, para aliviar a carga fiscal das famílias e das empresas e as suas consequências económicas que derivam da pandemia.

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