Poesia da Lusofonia

por Fernando Lopes

O conceito e o significado mais abrangente da lusofonia e por associação, o papel real e potencial da língua portuguesa como ferramenta de união e reunião de povos, populações e comunidades, com todos os seus rios principais e afluentes, periferias, morfologias e geografias, com músicas e sotaques bem diferenciados, é porventura, muito mais polémico e dificil de conciliar – sem recorrer jamais a uniformização penalizadora e limitativa da diferença dentro da igualdade – que a poesia e os poetas per si.

Pela minha parte, sendo por um lado, um completo leigo na matéria “significados, conceitos, história, futuro da lusofonia”, e por outro lado, um leitor assíduo de “poesia” em 4-5 idiomas, tenho uma certeza que nem coloco a discussão – para ler poesia o mais fácil é poder ler na língua mãe, em português e quando se pode ler sem ser necessário tradução, o “fácil” torna-se ainda mais “valioso” – sem a mínima indelicadeza pelos tradutores, entre os quais tenho tantos amigos – ler a poesia ao natural…

Como uma espécie de “trovador da Poesia da Lusofonia”, semanalmente vou apresentar um poema – e em duas-três palavras, o poeta, a poetisa, o cantautor…

Vou apresentar poetas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, e também de Portugal e também da “diáspora da lusofonia”.

Fernando Lopes, Budapeste, 31 de março de 2021

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