Memória de Vergílio Ferreira (1916-1996)

por Pál Ferenc

Escrevia para pensar a condição humana e para desvendar o mistério da vida. Vergílio Ferreira não contava apenas histórias, fazia “romance de ideias”, como ele próprio dizia. Começou por ser um autor neorrealista, mas acabou influenciado pelo existencialismo. Sempre a pensar a condição humana, constrói os primeiros romances na estética vigente do neorealismo, mas nos anos 40, influenciado pelos existencialistas franceses como Jean-Paul Sartre e André Malraux, assume uma escrita com uma vertente mais filosófica. Considera-se que Mudança é a obra que marca a transição entre os dois períodos.

No artigo publicado recentemente na revista 

1749 – Online Világirodalmi Magazin

Ferenc Pál, lembra-se dele e fala da vida e da obra de um dos fundadores do romance português contemporâneo, Prémio Camões em 1992.

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