Hungria: Vacina russa será usada pela primeira vez em Budapeste

por LMn | MTI

As inoculações utilizando a vacina russa Sputnik V terão início em Budapeste, disse nesta terça-feira Cecília Müller,a Médico-Chefe da Hungria (DGS, LMn)

Como já anteriormente foi dito, os testes da vacina russa Sputnik V coronavírus, conduzidos pela Autoridade de Saúde Pública  (NNK), deram bons resultados, o que significa que “o Sputnik V pode ser utilizado na Hungria a partir de agora”, disse Cecília Müller na sua conferência de imprensa diária de  domingo passado.

A Médica-Chefe afirmou que 560 médicos de clínica geral da cidade de Budapeste serão solicitados a selecionar cinco dos seus pacientes que não sofrem de nenhuma doença crónica subjacente, os quais seriam então encaminhados para pontos de vacinação para receberem a vacina.

Estão atualmente disponíveis 2.800 doses da vacina russa, disse ela. Acrescentou que uma quantidade adicional da vacina suficiente para inocular 20.000 pessoas estava a ser submetida a testes laboratoriais antes de ser utilizada.

Os médicos de clínica geral também irão utilizar a vacina Pfizer-BioNTech esta semana, disse C. Müller, acrescentando que 85.410 doses dessa vacina deveriam chegar ainda esta semana, juntamente com 21.600 doses de Moderna. Os médicos de família também começarão a inocular pacientes com doenças crónicas com idades entre os 18 e os 60 anos com a vacina Astra-Zeneca, acrescentou C. Müller. Serão administradas doses completas de 2.040 GPs para 10 pacientes cada um.

Até ao momento, 291.396 pessoas receberam pelo menos uma dose, enquanto 110.395 pessoas foram totalmente inoculadas, disse ela. Cecilia Müller advertiu que embora os números indicassem uma tendência de melhoria, “a proporção de casos positivos em todos os testes está a aumentar”. O número de doentes internados nos hospitais e de doentes em ventiladores também aumentou, acrescentando que os vestígios do vírus na água de esgotos estavam estagnados ou a aumentar. “Isto é motivo de alguma preocupação”.

A variante britânica do vírus foi até agora detectada em 24 amostras, enquanto as variantes brasileiras ou sul-africanas não foram relatadas, concluiu C. Müller.

Print Friendly, PDF & Email

Também poderá gostar de

O nosso website utiliza cookies para melhorar a sua experiência de navegação. Aceitar Ler Mais

Privacidade