Futebol: Bulgária – Hungria. ”A primeira final”

por Fernando Lopes

Em Sófia, joga-se hoje a noite a ”primeira das 2 finais” que abrem as portas ao Campeonato Europeu de Futebol 2020, aliás 2021 (como se sabe era para se ter realizado este ano mas devido a pandemia do covid-19 foi adiado para o próximo ano).

De sublinhar que à mesma hora a Islândia recebe a Roménia e os vencedores de cada um dos 2 jogos desta noite, Bulgária/Hungria – Islândia/Roménia, defrontam-se no próximo dia 12 de novembro, para apurar a seleção que estará na fase final do Europeu.

No jogo desta noite em Sófia, se o favoritismo fosse decidido com base nas estatísticas dos jogos disputados entre as duas seleções, então a Hungria partia claramente favorita, pois em 22 jogos, ganhou 12, empatou 5 e perdeu 5 jogos, com uma diferença de golos acentuada, 52 golos marcados e 24 sofridos (de destacar pela sua diferença, as vitórias da Hungria por 9-0 em 1947 e 6-1 em 1962 e a derrota por 4-0 em 1975).

Para o selecionador húngaro, o italiano Marco Rossi, as duas equipas vão começar o jogo, cada uma, com 50% de possibilidades, e como é um jogo de tudo ou nada, sejam quais forem os jogadores escalonados para a partida desta noite, vão dar tudo o que teem e ”deixar a pele no relvado”. A maior das contrariedades para ambos os selecionadores, é que devido ao covid-19, as restrições e a quarentena obrigatória dos futebolistas, alguns dos melhores, não vão estar em Sófia. Pode dizer-se que esta situação dificulta a vida de Marco Rossi, mas ainda bastante mais a vida do selecionador da Bulgária Georgy Dermendzhiev, com mais de meia equipa longe da capital búlgara.

Hoje, mais tarde, por volta da meia-noite fica-se a saber o que é mais doce (ou mais amargo), se o iogurte búlgaro ou o requeijão húngaro.

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