“Conectando mentes, criando futuro” – Pavilhão Brasil na Expo 2020 Dubai

por LMn

Entre os 190 países participantes da feira internacional, que acontece a cada cinco anos, o Brasil escolheu as águas do Rio Negro, um dos principais afluentes do Rio Amazonas, e a natureza da região norte do Brasil, como temas do seu pavilhão.

O projeto é coordenado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com um investimento total de cerca de US$ 25 milhões. “Em termos comparativos, é cerca de metade do valor anunciado por países como Alemanha e Nova Zelândia para a Expo Dubai 2020, e equivalente às quantias investidas por Chile, Espanha, Rússia e Suíça na última Expo”, afirma Sergio Segovia, presidente da Apex-Brasil e Comissário-geral do Brasil para a Expo 2020.

De acordo com a Apex, o pavilhão tem cerca de 4 mil metros quadrados e foi projetado pelo arquiteto José Paulo Gouvêa, vencedor entre 42 escritórios de arquitetura que participaram de um concurso organizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB).

O espaço tem projeções, sons e aromas e até variações de temperatura, que trazem uma experiência de imersão nos rios brasileiros, com a instalação de uma lâmina d’água que ocupa a maior parte do espaço e pode ser percorrida pelos visitantes.

O pavilhão também reproduz as casas em palafitas que lembram as comunidades ribeirinhas, além de espaços para palestras, exposições, café, restaurante e loja de souvenires. Do ponto de vista arquitetónico, o espaço tem sombra e descanso durante o dia, e à noite, é visto como “um cubo luminoso e flutuante”. “A ideia é que o espaço do pavilhão como um todo seja utilizado como palco para mostrar tudo o que o Brasil tem a oferecer ao mundo”, afirma Segovia.

De acordo com Segovia, a Expo também será uma plataforma para a atração de investimentos para o Brasil. “Os Emirados Árabes Unidos são um mercado de alto padrão de consumo e um hub mundial, que serve de porta de entrada não apenas para o mercado do Oriente Médio, mas também para outros mercados ainda pouco explorados pelo Brasil, como o indiano”, afirma.

 

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/

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