Bulgária regista máximo de novos contágios e Ucrânia e Hungria recordes de mortes

por LMn | Lusa

A Bulgária registou hoje um novo recorde de contágios pela covid-19, com 5.176 novos casos, enquanto a Ucrânia e a Hungria assinalaram recordes de mortes, com 407 e 302 óbitos respetivamente, segundo fontes oficiais.

A Bulgária registou um novo recorde de infetados, com 5.176 novos casos do SARS-CoV-2, quando faltam apenas quatro dias para as eleições legislativas deste domingo.

O número de internados chegou a 9.811, dos quais 748 nos cuidados intensivos e, nas últimas 24 horas, o país registou 155 mortes.

De acordo com o Centro Europeu para Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), a Bulgária tem atualmente a quarta maior taxa de mortalidade na União Europeia (UE).

A Bulgária ocupa o último lugar em vacinação na UE, tendo administrado uma dose a 6,7% da população adulta.

Outro país da Europa, a Hungria registou 302 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, o que representa um novo recorde, atualmente um dos mais afetados pela terceira onda da pandemia.

A Hungria, com uma população de 9,7 milhões, registou até agora 20.737 mortes devido à pandemia, informaram as autoridades de saúde.

De acordo com os últimos dados do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), na Hungria a incidência de infeções em 14 dias por 100.000 habitantes é de 1.145 casos, a terceira maior da União Europeia.

Também a Ucrânia registou hoje um novo recorde de mortes relacionadas ao SARS-CoV-2 em 24 horas, com 407 mortes, e 11.226 novos casos, de acordo com o Ministério da Saúde ucraniano.

O número de internamentos diários também atingiu um novo recorde, 5.558, um desafio para o desgastado sistema de saúde deste país, um dos mais pobres da Europa.

Desde o início da pandemia, a Ucrânia, que tem uma população de cerca de 40 milhões, registou quase 1,7 milhão de infeções e cerca de 32.000 mortes.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.792.586 mortos no mundo, resultantes de mais de 127 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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