5 filmes húngaros a não perder na NETFLIX!

por admin

Filho de Saul, vencedor de um Óscar

Auschwitz (Polónia), 1944. O judeu Saul Ausländer (Géza Röhrig) é membro do Sonder kommando, o grupo de prisioneiros recrutados entre os recém-chegados, cuja função é a execução das tarefas mais críticas dos campos de concentração, evitadas pelos alemães. A sua função é limpar as câmaras de gás e enterrar os mortos. Devido à sua condição especial – e para manter secretas as operações de extermínio – este grupo é mantido isolado dos restantes prisioneiros. Um dia, durante os trabalhos num dos crematórios, Saul descobre o corpo de um rapaz que reconhece como sendo o seu próprio filho. A partir daquele momento, a vida de Saul ganha um novo alento e ele fica obcecado com uma missão quase impossível: salvar o corpo do rapaz de uma autópsia e encontrar um rabino que lhe realize um funeral religioso que salve a sua jovem alma… Realizado por László Nemes, segundo um argumento seu em parceria com Clara Royer, um filme dramático que arrecadou o Grande Prémio do Júri e o Prémio da Crítica Internacional no Festival de Cannes 2015. Depois de vencer o Globo de Ouro para Melhor Filme Estrangeiro, foi escolhido para representar a Hungria na competição de Óscar de Melhor Filme Estrangeiro da edição de 2016.

On Body and Soul, de Ildikó Enyedi

Um matadouro em Budapeste é o cenário de uma bonita e estranha história de amor. Os rumores começam assim que Mária começa a trabalhar na área de controlo de qualidade. Ao almoço, a jovem mulher almoça sempre sozinha. Leva o seu trabalho a sério e cumpre fielmente as regras, penalizando cada grama de gordura em excesso. O seu mundo é feito de números e dados que se gravaram na sua memória desde a infância. O seu chefe Endre, um pouco mais velho, também é reservado. Hesitantes, começam a conhecer-se. Reconhecendo a sua afinidade espiritual, ficam maravilhados ao descobrir que têm até os mesmos sonhos durante a noite. Cuidadosamente, tentam concretizá-los.

Fox-Fairy, o remake de Bollywood Liza

Produzido na Hungria, “Liza, The Fox Fairy” é um belo e divertido exemplo de imaginação e popularidade cinematográfica que se afasta sem qualquer complexo das pesadas, filosóficas e subjetivas obras do criador ex-libris desse país, o icónico realizador Béla Tar que, para quem não sabe, pode ser descrito como uma espécie de Manoel de Oliveira magiar. Embora Tar seja praticamente o sinónimo imediato para a 7ª Arte da Hungria, “Liza, The Fox Fairy” mostra perfeitamente que a Hungria não se restringe ao seu estilo particular e que há muito mais potencial neste país, aliás já se começa a perceber que é o lar de uma nova vaga de talentos cinematográficos com ideias muito especiais onde se incluem, por exemplo, os já conhecidos Benedek Fliegauf, Kornél Mundruczó ou Szabolcs Hajdu, mas também Károly Ujj Mészáros, um cineasta com mais de dez anos de experiência. que começou o seu percurso cinematográfico no Festival de Cannes em 2010.

A biografia de Tony Curtis

O nome verdadeiro de Curtis era Bernard Schwartz, nascido no dia 3 de junho de 1925, na Hungria. A carreira do ator estendeu-se por seis décadas tendo participado em mais de 120 filmes. Tony Curtis transformou-se numa estrela de Hollywood e estrelou filmes como Quanto Mais Quente Melhor, em 1959, com Jack Lemmon e Marilyn Monroe, e, no mesmo ano, foi nomeado para o Oscar, pelos Acorrentados, que estrelou ao lado de Sidney Poitier. Além destes, Curtis participou em filmes como Spartacus, em 1960, Trapézio, em 1956 e suspense, O Homem que Odiava as Mulheres, no mesmo ano. Ficou conhecido pela sua participação na série de TV The Persuaders, nos anos 70. Curtis foi casado seis vezes incluindo com a atriz Janet Leigh, com quem teve uma filha, a também atriz Jamie Lee Curtis.

The Whiskey Bandit, de Antal Nimród

Entre os finais dos anos oitenta e início dos noventa, um criminoso batizado pelos media como “O Bandido do Whisky” assaltou vários bancos e correios em Budapeste na Hungria. O guião escrito por Nimród Antal divide esta história em duas narrativas. Uma segue a linha do interrogatório conduzido pelo chefe de polícia (Zoltan Schneider), após o assaltante Attila Ambrus (Bence Szalay) ter sido preso. A segunda narrativa detalha em flashbacks a vida de Attila desde a infância, passando pela adolescência vivida na Roménia e o regresso à Hungria. O guião insere críticas ao sistema comunista que dominava a Hungria e a Roménia na altura. O filme também ganha pontos ao explorar o drama na vida do protagonista. A infância e a adolescência complicadas, a luta para reerguer a vida, os relacionamentos com amigos e com a namorada (Piroska Móga) e por fim a escolha de seguir o caminho do crime.

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