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Governo húngaro autoriza a próxima fase da modernização do Hungaroring

O governo tomou uma decisão que permite avançar com a segunda fase da modernização do autódromo Hungaroring, nos arredores da capital, disse na quarta-feira o seu diretor, de acordo com um relatório da agência noticiosa estatal MTI.

O presidente do Conselho de Administração do Hungaroring Sport, Zsolt Gyulay, disse que um consórcio formado pela Market Epito e pela Bayer Construct ganhou o concurso para a modernização do edifício principal, do paddock e da bancada de 10.000 lugares, com uma proposta de 79 mil milhões de HUF. A modernização estará concluída em 2026, no 40º aniversário do autódromo, acrescentou.

A primeira fase da modernização, que envolve a substituição de infraestruturas obsoletas, já está em curso. Será construída uma bancada temporária para o Grande Prémio da Hungria de Fórmula 1 do próximo ano, que terá lugar a 19 de julho.

O Ministro da Defesa, Kristóf Szalay-Bobrovniczky, referiu numa mensagem vídeo que a Hungria tinha assinado no verão um contrato para acolher corridas de Fórmula 1 até 2032. “Agora temos de fazer a nossa parte”, acrescentou.

Gyulay disse que o Hungaroring poderia receber corridas de Fórmula 1 até 2037 “se nos comportarmos bem”.

Apesar de as corridas de Fórmula 1 serem a “prioridade absoluta” para Hungaroring, a pista será considerada adequada para as corridas de MotoGP, acrescentou.




Hungria: hóspedes reservam 850.000 noites de estadia durante as férias escolares de outono

Cerca de 300.000 pessoas reservaram 850.000 noites em alojamentos turísticos durante as férias escolares de outono, entre 27 de outubro e 5 de novembro, informou a Agência de Turismo húngara na sexta-feira, de acordo com um relatório da agência noticiosa estatal MTI.

Mais de 300.000 noites foram reservadas para o último fim de semana de outubro, segundo dados do Centro Nacional de Serviços de Dados de Turismo (NTAK).

Cerca de 60% das reservas foram efetuadas por hóspedes nacionais. Na capital, os estrangeiros representam 70 por cento das reservas, sendo os italianos e os espanhóis os que mais reservam quartos.

Mais de dois terços das reservas para as férias de outono são efetuadas em hotéis.

 

Fonte: bbj.hu




Consumo de bacalhau recupera e deverá manter-se forte no Natal

Tromsø, Noruega 29 out 2023 (Lusa) – O consumo de bacalhau em Portugal tem vindo a recuperar do impacto provocado pela inflação, esperando-se, assim, números “fortes” para este Natal, à semelhança do que tem acontecido nos anos anteriores, avançou o Norwegian Seafood Council (NSC) à Lusa.

“Neste momento, o consumo está num bom nível, mas para explicarmos o agora temos que olhar para o que aconteceu desde agosto do ano passado, com a inflação e o aumento de preços dos alimentos. Foi muito difícil, mas agora vemos que o comércio está mais normal, mais estável”, afirmou o diretor do NSC para Portugal, Trond Rismo, em entrevista à Lusa.

Assim, o consumo de bacalhau em Portugal deverá manter-se “forte” na época do Natal.

Segundo as estimativas do NSC, o consumo de bacalhau no mês de dezembro vai representar entre 25% a 30% do total.

Nos últimos anos, os portugueses têm comido, só na véspera de Natal, entre quatro e cinco toneladas deste peixe.

“É também de destacar o consumo ‘per capita’ [por pessoa]. No ano passado, tivemos uma redução de 3%, mas este ano estamos a voltar para um patamar normal e calculamos que este ronda os 15 a 16 quilogramas de bacalhau, o que é um número incrivelmente alto”, apontou.

O NSC mantém-se expectante com o comportamento do consumo no próximo ano, após o fim do IVA zero para um cabaz de alimentos, uma medida adotada pelo Governo para travar o impacto da escalada de preços.

Ainda assim, Trond Rismo garantiu que o bacalhau continua a ser um produto muito importante, sobretudo para os retalhistas.

“No ano passado não vi muitas promoções na altura do Natal, só nas duas semanas anteriores. No início do primeiro semestre deste ano, sobretudo durante o verão, já vi algumas promoções. Acredito que os retalhistas estão a fazer isto para atrair os clientes. Eles querem que o consumo regresse”, sublinhou.

Só para a campanha de Natal em Portugal, o NSC dedicou aproximadamente 600.000 euros.

De acordo com os dados do NSC, até setembro, as exportações de bacalhau da Noruega para Portugal, fresco, congelado e salgado recuaram 10% face a 2022, mas o preço aumentou 22%.

Só em setembro, verificou-se um decréscimo de 2% em termos de volume e um agravamento de 9% no preço.

Neste mês, o total das exportações de produtos do mar atingiram quase 16.000 milhões de coroas norueguesas (cerca de 1.391 milhões de euros), quando no mesmo mês de 2022 estavam em 14.610 milhões de coroas norueguesas.

PE // MSF




Francisca Veselko sagra-se campeã nacional de surf

Peniche, Leiria, 28 out 2023 (Lusa) – A surfista Francisca Veselko sagrou-se hoje bicampeã nacional na etapa de Peniche, quinta e última da Liga MEO Surf, que decorre na praia do Lagido, em Peniche.

A atleta, de 20 anos, conquistou o título ao qualificar-se para as meias-finais do evento, superando a sua adversária na disputa do troféu máximo do surf português, Gabriela Dinis.

Este é o segundo título nacional para a surfista da praia de Carcavelos, depois de ter celebrado o mesmo feito em 2021.

“Ambos os títulos nacionais que ganhei são incríveis e super especiais, cada um à sua maneira. Este agora acaba por ser mais especial, porque está aqui a minha mãe, o meu tio e o meu irmão. Está aqui a minha família a apoiar-me, o que não posso ter durante o ano, porque estou sempre fora e é muito difícil”, disse no final Francisca Veselko.

A surfista referiu que as condições do mar estavam ao seu gosto, mas isso não facilitou a sua prova.

“Gosto deste tipo de mar, mas foi um heat desafiante e foi até aos últimos segundos. Levei com muitos ‘sets’ na cabeça, mas é para isso que nós treinamos e estamos preparados mentalmente e fisicamente para passar por estes desafios e conseguir enfrentá-los da melhor maneira”, acrescentou.

Enquanto o título feminino ficou já decidido a um dia do final, o masculino vai ser decidido no domingo, último dia de provas, entre o líder do ranking, Joaquim Chaves, e o atual campeão nacional, Guilherme Ribeiro.

VR // VR




Curiosas expressões portuguesas: “Maria vai com as outras” e muitas outras

Quem não ouviu ainda a expressão ‘Maria vai com as outras’? Todos sabemos que traduz a ideia de uma certa falta de personalidade, expressão normalmente dirigida a quem não pensa pela própria cabeça e se junta à maioria, por pensar que essa será a melhor opção.

O que a maior parte das pessoas desconhece é que esta expressão nasce ainda no seio da corte de D. Maria I, mãe de D. João VI, que viria a enlouquecer e, por isso, seria afastada do trono e condenada a viver em recolhimento. Naquela altura, a rainha era apenas avistada de vez em quando e acompanhada de numerosas damas da corte. O povo, quando a via dizia ‘lá vai D. Maria, com as outras’.

‘Rés-vés Campo de Ourique’, outra expressão portuguesa ainda muito utilizada e que traduz a ideia de algo que está mesmo no limite, na fronteira de qualquer coisa. Saiba que a expressão remonta ao Terramoto de 1755, um evento que assolou Lisboa e que destruiu a cidade até Campo de Ourique, bairro da capital que ficou intacto. Surpreendido?

‘Ficar a ver navios’ é a expressão que utilizamos quando aguardamos algo que acaba por não acontecer, frustrando as nossas expectativas. A expressão deriva também do passado, mais precisamente da época que ficou marcada pelo desaparecimento de D. Sebastião em 1578. Parece que naquela época o “desejado” era tão desejado que o povo se reunia no Alto de Santa Catarina a ver os navios que chegavam e a esperar que de um deles surgisse o rei que nunca regressou.

Há ainda quem explique esta expressão com base num outro contexto histórico — o das invasões francesas e da fuga da família real portuguesa para o Brasil. Naquela altura, do alto de uma das colinas de Lisboa, as tropas francesas observaram a partida da família real, que fugia assim à sua captura, deixando-as literalmente… a ver navios!

Fonte: movingtoportugal.pt




Já foi anunciado o vencedor da final do Bocuse d’Or húngaro

Autor: Lami Juli

No dia 26 de outubro, a final húngara do Bocuse d’Or teve lugar na Hungexpo, onde quatro chefes competiram entre si. Em jogo estava a qualificação para a final europeia, que terá lugar em Trondheim, em março de 2024.

A competição foi muito participada e contou com os seguintes chefes com os seus próprios commis:

Szabolcs Balog, Restaurante Almavirág, commis: László Takács

Barnabás Hack, Grupo Costes, commis: Dominik Márfi

Roland Kelemen, Hunguest Sóstó, Nyíregyháza, commis: Noel Fodor

Molnár Bence, Essencia, comissário: Kaiser Botond

Como é habitual, os candidatos tiveram de preparar dois pratos para o concurso. Um deles era o salmão, que tinha de ser apresentado com molho, dois acompanhamentos vegetarianos e uma caçarola servida num prato separado. O outro tema era um prato quente de marisco, com beterraba, maçã, aipo, um tipo de mexilhão e um tipo de caranguejo.

O concurso foi organizado e supervisionado por alguns dos melhores especialistas nacionais.

 

Fonte: turizmus.com




Sophia de Mello Breyner Andresen (Ressurgiremos – Újjászületünk)

Ressurgiremos

Ressurgiremos ainda sob os muros de Cnossos
E em Delphos centro do mundo
Ressurgiremos ainda na dura luz de Creta

Ressurgiremos ali onde as palavras
São o nome das coisas
E onde são claros e vivos os contornos
Na aguda luz de Creta

Ressurgiremos ali onde pedra estrela e tempo
São o reino do homem
Ressurgiremos para olhar para a terra de frente
Na luz limpa de Creta

Pois convém tornar claro o coração do homem
E erguer a negra exactidão da cruz
Na luz branca de Creta

In: Livro Sexto, Morais,1962

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Sophia de Mello Breyner Andresen (Porto, 6 de novembro de 1919 – Lisboa, 2 de julho de 2004). Um dos mais importantes poetas/poetisas portugueses do século XX. Em 1994, foi-lhe atribuído o Prémio Camões, a primeira mulher a recebê-lo. Em 2019, no centenário do seu nascimento, uma série de eventos culturais nacionais com a duração de um ano, foi realizada em seu tributo, não só em Portugal, mas também no Brasil.

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Foto: Portrait de Sophia de Mello Breyner Andresen

Fonte: https://www.bertrand.pt/blogue-somos-livros/livrolicos/artigo/10-curiosidades-sobre-sophia/159633

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Ilustração: Rákóczy Gizella, Krétai vonalú labirintus, prototípus A (Cretan Labyrinth, prototype A), 2006.

Fonte: https://vintage.hu/hu/muveszek/kortars/rakoczy-gizella/rakoczy-gizella-3?fbclid=IwAR2vAzmDK2ZT6npjEnSuOEIw9EVZU1AOlHDkn8OZBdPmDh1bd0275EhUqpY

 

Újjászületünk

Újjászületünk még a knósszoszi falak alatt
A világ közepén Delphoiban
Újjászületünk még Kréta robusztus fényében

Újjászületünk ott ahol a dolgokat
Megnevezik a szavak
És ahol élők és biztosak a körvonalak
Kréta átható fényében

Újjászületünk ahol a kő a csillag
És az idő emberi
Újjászületünk hogy rábámuljunk a földre egyenesen
Kréta tiszta fényében

Hiszen kellő az ember szívét megtisztítani
És oldani a kereszt sötét egzaktságát
Kréta fehér fényében

Forrás: ÚjNautilus, 2018. szeptember 8.

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919. november 6. Porto – 2004. július 2. Lisszabon). Az egyik legjelentősebb XX. századi portugál költő. 1994-ben elnyerte a Camões Díjat, ő volt az első nő, aki megkapta. 2019-ben, a 100 éves születési évfordulóján egész évben tartó, országos kulturális rendezvénysorozat volt a tiszteletére nemcsak Portugáliában, hanem Brazíliában is.

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Fotó: Sophia de Mello Breyner Andresen portréja

Forrás: https://www.bertrand.pt/blogue-somos-livros/livrolicos/artigo/10-curiosidades-sobre-sophia/159633

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Illusztráció: Rákóczy Gizella, Krétai vonalú labirintus, prototípus A (Cretan Labyrinth, prototype A), 2006.

Forrás: https://vintage.hu/hu/muveszek/kortars/rakoczy-gizella/rakoczy-gizella-3?fbclid=IwAR2vAzmDK2ZT6npjEnSuOEIw9EVZU1AOlHDkn8OZBdPmDh1bd0275EhUqpY




Atletismo português com um recorde de 21.875 praticantes filiados

O atletismo português apresentou na última época um número recorde de atletas filiados, com 21.875 registos, superando pela segunda vez consecutiva o patamar dos 20 mil, anunciou a federação portuguesa da modalidade.

A época de 2022/23 também bateu o máximo de número de clubes filiados, que passa a ser de 670.

A primeira vez que foi superada a barreira dos 10 mil praticantes registados foi em 1994, com 10.271, pelo que se verifica mais do que a duplicação em quase 30 anos.

Face ao ano anterior, 2022, há um crescimento de 1.472. Nesse ano contaram-se 20.403 atletas, no que foi a primeira época com mais de 20 mil inscritos. A subida é de 7,21%.

Nestes números da época, 49,44 % dos filiados pertencem aos escalões de formação, 14,44% pertencem aos atletas seniores (incluindo os sub-23), com os veteranos a somarem 36,12%.

Dez associações regionais estão em claro crescimento, destacando-se a do Porto, pela primeira vez acima dos 3.036 registos (o anterior máximo era de 2.731, de 2022).

Lisboa tem agora 3.008 inscritos, a Madeira 1.952, Coimbra 1.568, Leiria 1.560, Algarve 1.228, Setúbal 1.152, Santarém 1.022, Viana do Castelo 637 e Évora 520.

No recorde de clubes filiados destacam-se, em termos de crescimento, Lisboa, que sobe de 67 para 76, Santarém, a crescer de 27 para 32, Coimbra, que passa de 48 para 50, e Viana do Castelo, que sobe de 24 para 27.

FB // AJO




Caçadores de nevoeiro de Cabo Verde aperfeiçoam técnicas nas ilhas Canárias

Três membros de uma associação cabo-verdiana viajam sábado para as ilhas Canárias para aperfeiçoar a técnica de “caçar” o nevoeiro para captar água, uma forma de tentar contrariar o clima árido do arquipélago.

“Os membros da associação Biflores e de comunidades da ilha Brava já sonham com a captura de água do nevoeiro. Como se diz, a necessidade é a mãe da invenção”, disse à Lusa o diretor da associação, Dheeraj Jayant.

Numa ilha onde a chuva é muito escassa, cada gota é preciosa e há uma tradição de estender plásticos nas encostas, por exemplo, em dias de nevoeiro, para que em contacto com as gotículas suspensas no ar se formem outras maiores, depois escorridas para baldes ou outros reservatórios.

Se as condições forem as ideais, num dia chega a ser possível captar até 400 litros a partir da atmosfera, explicou Jayant.

A viagem às Canárias, no âmbito do projeto ibérico Life Nieblas (que também abrange Portugal), vai servir para os caçadores de nevoeiro aperfeiçoarem os métodos e conhecerem novas técnicas, tais como redes de condensação montadas em estruturas verticais.

O intercâmbio é apoiado pela organização não-governamental (ONG) francesa Smilo, dedicada a projetos em pequenas ilhas.

O relevo acidentado favorece a formação de nevoeiro na ilha Brava.

O projeto de captação de águas que será implementado na ilha deve-se “à seca severa sofrida” pelos cabo-verdianos e que tem afetado sobretudo os agricultores e a conservação das espécies endémicas da ilha.

Este ano está a ser uma exceção, com a época das chuvas (entre julho e outubro) a trazer precipitação, mas o clima árido é uma característica do arquipélago sempre presente, sublinhou Dheeraj Jayant.

“A escassez de água levou muitos agricultores e criadores de gado a abandonar as suas atividades. No entanto, as áreas de alta altitude da Brava possuem as duas condições necessárias para a captação de água de nevoeiro: nuvens e vento”, apontou.

A associação Biflores pretende “prestar homenagem às inovações” da população local, fazendo evoluir as práticas já existentes.

“O nosso objetivo é usar essa água para irrigação gota-a-gota, visando a restauração de ecossistemas e garantir segurança nutricional na nossa ilha, por meio de agroecologia”, salientou o diretor.

Jayant está otimista: espera ultrapassar os 400 litros de água nos dias de nevoeiro e armazená-los em reservatórios, alguns dos quais construídos pela delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente de Cabo Verde.

Embora confiante na implementação do projeto, o dirigente da Biflores referiu que a falta de dados históricos “é um desafio”: faltam “informações fiáveis” de longo prazo para conhecer as condições climáticas da ilha da Brava.

Além disso, há incerteza “sobre os impactos das mudanças climáticas nas condições necessárias para a captação de água de nevoeiro”.

“Também há desafios logísticos, incluindo a disponibilidade de materiais e equipamento no mercado cabo-verdiano, o transporte a partir da capital [Praia, ilha de Santiago] para a ilha Brava e a dificuldade de acesso a zonas onde as estruturas serão instaladas”, referiu.

Apesar disso, a associação e as comunidades da ilha estão determinadas a formar os seus caçadores de nevoeiro e superar os obstáculos, respeitando os ecossistemas.

O projeto pode ajudar “na conservação da flora endémica da ilha Brava”, outro dos trabalhos da associação, que gere um projeto de pastoreio sustentável.

O programa de atividades nas ilhas Canárias, até 10 de novembro, inclui ainda práticas de reflorestamento com espécies endémicas, práticas agroecológicas e produção de plantas.

ROZS/LFO // MLL




Portugal ocupa 10.º lugar na UE em número de artigos científicos publicados

Portugal ocupava em 2022 a décima posição na União Europeia (UE) em número de artigos científicos publicados por milhão de habitantes, segundo os dados mais recentes divulgados pela Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência (DGEEC).

De acordo com os dados compilados este mês pela DGEEC sobre a produção científica nacional de 2012-2022, Portugal tinha no ano passado 2.156 publicações (artigos e revisões) indexadas na plataforma “Web of Science” por milhão de habitantes, ocupando o 10.º lugar na UE.

A “Web of Science” funciona como uma base de dados bibliográfica internacional que reúne artigos publicados em milhares de revistas académicas e científicas, disponibilizando ferramentas para pesquisa avançada, análise de citações e bibliometria.

Em 2022, Portugal posicionava-se à frente de países mais ricos, como Espanha (1.679 publicações/milhão de habitantes), Itália (1.668), Alemanha (1.611) e França (1.241).

Entre os 27 Estados-membros da UE, Dinamarca (4.225 publicações/milhão de habitantes), Suécia (3.375) e Finlândia (3.181) ocupavam o “pódio”, enquanto Letónia (800), Roménia (669) e Bulgária (441) estavam nos três últimos lugares.

Em números totais, Portugal contabilizou no ano passado 29.639 publicações científicas (artigos, revisões ou outros documentos), sendo que a maioria (60,5%) era de acesso aberto. Em 10 anos, de 2012 a 2022, o número de publicações aumentou em mais de 10.500.

Espanha, Reino Unido e Estados Unidos foram os países com que Portugal mais colaborou em 2022 em termos de produção científica. No total, Portugal cooperou com 204 países.

As ciências exatas e naturais, as ciências médicas e da saúde e as ciências da engenharia e tecnologias foram as áreas com mais artigos publicados.

ER // ZO